quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Paixões desiguais

Hoje ouvi essa frase sobre o romance do Rodin com Camille Claudel e resolvi vim aqui, nesse mini e-book mesmo morta de cansaço, falar um bocadim. Pra mim Camille Claudel foi o melhor filme que já vi até hoje, é lindo! Escrevi sobre ( achei que tinha publicado aqui, mas não. Se quiser envio do e-mail)


Paixões desiguais! Porque Camille tinha um amor muito maior que o do Rodin por ela. Quantas histórias são assim, um gosta mais que o outro. Quem gosta mais sempre sofre e o outro lado nunca entende ou fingi que não entende os motivos das dores de amor. A mais dolorida dor, que num tem remédio nenhum, (indico as moças imersões em Clarice Lispector, que ameniza).

Pois bem, como sou comunista (PCdoB), quero declarar que precisamos de um novo projeto nacional de desenvolvimento pelo fim das desigualdades nas paixões, pelo bem comum! Se Descartes escreveu sobre a paixões como fórmulas precisas. Podemos pensar filosoficamente e sociologicamente em um projeto pela igualdade nas paixões.

Eu declaro o fim das Paixões desiguais. Realizemos uma grande campanha pela igualdade no amor.

Sumayra surta uma vez ou outro e morre de rir depois

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