sexta-feira, 27 de maio de 2011

Um outro olhar sobre a 11º Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto – Introdução*

Primeira mulher blogueira a cobrir da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto e, com uma abordagem diferenciada das coberturas oficiais do evento. A proposta deste trabalho não é focar em entrevistas com artistas, políticos ou escritores, mas buscar um olhar do público sobre o evento e como este se relaciona com a estrela da Feira – o livro.

Esta matéria será apresentada em três partes, uma da construção da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto e como a cidade se relaciona com o evento, o olhar dos adolescentes sobre a Feira e, o caminho inverso, o olhar da Feira sobre o público jovem.

Tentaremos responder algumas perguntas que surgem no caminhar pelas ruas e praças de Ribeirão Preto, será este um projeto de impacto junto aos adolescentes, que crescem em uma cidade apelidada pelos outsiders, de “Califórnia brasileira”? Será um projeto de status quo contra a “má fama” desta importante cidade no cenário econômico paulista? Há algum impacto social, econômico ou cultural direto nos jovens, por meio das ações da Feira Nacional do Livro?

Aqui abriremos um debate para o encontro de blogueiros de Minas Gerais nos dias 10 e 11 de julho, incidências das matérias prontas de grande circulação sobre a 11º Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto e esta reportagem feita com o cuidado de uma socióloga, em manter um distanciamento dos fatos, informando para cuidar da informação e principalmente da memória nacional, que vai se formando a partir dos contextos noticiados, com a pressa das redações e estúdios para fechar suas matérias.

Prezados, amigos, blogueiros, impressa das terras de minas, peço que acompanhem este crédulo olhar feminino frente a este evento de denominação nacional. Estou caminhando pelas praças, teatros, ruas, palcos, coxias e stands da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, conversando com anônimos ou nem tanto. Nas próximas matérias as revelações de uma blogueira mineira em terras paulista ou na essência, uma amiga do livro, da cultura e do Brasil.

* Sumayra Oliveira de Ribeirão Preto.

2 comentários:

  1. Olá Sumarya, me chamo Vinícius e sou lá do Pontão de Cultura Sibipiruna. Acho muito bom que haja esse olhar crítico sobre a Feira e - por que não? - sobre a cidade de Ribeirão Preto. Me incomodam certos rótulos que minha cidade ganhou, como, por exemplo, "Califórnia Brasileira" ou até mesmo "Capital da Cultura". Na verdade, nossos problemas não são poucos e o não-questionamento por parte da sociedade é quase generalizado. Acompanharei a sua reportagem e espero que a sua passagem seja proveitosa!

    Até breve,
    Vinícius
    blog: thelabareda.blogspot.com

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  2. Olá Sumayra, me chamo Vinícius e sou lá do Pontão de Cultura Sibipiruna. Acho muito bom que haja esse olhar crítico sobre a Feira e - por que não? - sobre a cidade de Ribeirão Preto. Me incomodam certos rótulos que minha cidade ganhou, como, por exemplo, "Califórnia Brasileira" ou até mesmo "Capital da Cultura". Na verdade, nossos problemas não são poucos e o não-questionamento por parte da sociedade é quase generalizado. Acompanharei a sua reportagem e espero que a sua passagem seja proveitosa!

    Até breve,
    Vinícius
    blog: thelabareda.blogspot.com

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