domingo, 11 de abril de 2010

Concurso mundial quer idéias inovadoras em prol das mulheres

A ExxonMobil, a Plataforma Changemakers da Ashoka e o Centro Internacional de Pesquisa sobre a Mulher estão promovendo o concurso global "Mulheres - Ferramentas -Tecnologia: Criando Oportunidades e Poder Econômico", cujo objetivo é identificar soluções transformadoras para promover o avanço econômico de mulheres por meio da tecnologia. Os parceiros estão em busca de idéias criativas e abordagens sustentáveis que permitam que mais mulheres em países em desenvolvimento sejam colaboradoras ativas e líderes na economia, que passa por rápidas mudanças.

Participantes de todo o mundo podem inscrever as suas idéias até 14 de abril no site http://www.changemakers.com/pt-br/tecnologiaemulheres, que tem ficha de inscrição também em português. O formato online público permite que a discussão e a colaboração com outros inovadores e especialistas selecionados se dê de forma muito aberta.

As iniciativas inscritas serão julgadas por um painel de especialistas que inclui Pam Darwin, Vice-Presidente de Geociência da ExxonMobil, Geeta Rao Gupta, Presidente da ICRW, Andrés Carlos Randazzo, Membro da Ashoka e fundador da SANUT, Bisi Adeleye-Fayemi, Cofundadora e Diretora Executiva do African Women's Development Fund e Christine Grumm, Presidente e CEO da Women?s Funding Network. Os finalistas serão anunciados em meados de junho.

Uma boa fonte de inspiração para os desafios propostos é um novo estudo investigativo intitulado "Bridging the Gender Divide in Technology" (Ultrapassando a divisão entre os sexos na tecnologia, disponível em inglês em http://www.icrw.org/women-and-technology/index.html),financiado pela ExxonMobil Foundation. O documento, que explora o vínculo entre tecnologia e capacitação econômica de mulheres, está sendo publicado concomitantemente ao lançamento do desafio e mostra tecnologias existentes que ajudam as mulheres a aumentar sua produtividade, criar novas iniciativas empreendedoras e pôr em prática ocupações para geração de renda.

Por Cláudia Moreira, da Fundação Banco do Brasil

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