A
pós-modernidade conduz “tudo” (tudo mesmo) em um único e mesmo movimento, a uma
lógica que valoriza o relativismo e a indiferença, e cria um conjunto de processos
intelectuais flutuantes e indeterminados.
Em outras palavras: a pós-modernidade tem predomínio do instantâneo, da perda de fronteiras, gerando a ideia de que o mundo está cada vez menor. Mudam-se valores: é o novo, o efêmero, o fulgaz, o individualismo, que valem.
Em outras palavras: a pós-modernidade tem predomínio do instantâneo, da perda de fronteiras, gerando a ideia de que o mundo está cada vez menor. Mudam-se valores: é o novo, o efêmero, o fulgaz, o individualismo, que valem.
As incoerências da pós-modernidade, cria-se a própria realidade baseado em conceitos internalizados, que hora serve e que hora não serve.
De
repente, quem nunca falou em democracia ou agiu de forma democrática, se
esconde no véu democrático como vítima (Diga-se de passagem, colhendo o que se planta)! E é assim, democracia serve em um
momento, e em outra ocasião não serve mais, o mesmo com o socialismo, o comunismo, a educação...
Estamos
vivendo em Uberaba fenômenos insólitos. Tudo se passa como se o
futuro tivesse se tornado um lugar vazio. Esse
pré-eleitoral aqui na cidade, refuta mesmo a pós- modernidade, que nos
apresenta novos valores e, que a cada momento nos provoca ações e reações, onde
se muda de conceitos num estalar de dedos.
E esse relativismo tem abalado a razão humana, a crença no humanismo e a crença num amanhã melhor. Ah, minha Princesa do Sertão! O que fizestes, para merecer tantos bruxos e bruxas más?
Muito Boa sua Reflexão, Sumayra! Recomendo a leitura do texto de Giorgio Agamben, "O que é Contemporâneo?"
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http://pt.scribd.com/doc/34498541/AGAMBEN-Giorgio-O-que-e-contemporaneo-e-outros-ensaios