quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Homens também sofrem
Trágico! Mas, disse a ele, que nessa época do ano, há uma cobrança de mercado pela felicidade, estampada em merchandising coloridos, com lindos casais felizes e comprando, comprando,comprando... Eh! Já dizia Guimarães Rosa, viver é algo perigoso. O que sei é que os tritenge querem estabilidade emocional, e hoje relacionamento de verdade parece cada vez mais difícil - homens também sofrem - com a nossa independência feminina.
Mas, o que é trágico para Lui Luf, sempre pode ficar engraçado. Ele atira para todos os lados, o que nos rendi ótimas histórias de rolar de ri; liga pra menina no cabeleleiro e diz que ela deve estar linda, e se quer namorar com ele. Sendo que essa “bola da vez’, já deu um fora nele, mas ai a menina responde; E quem sabe, vou pensar. Ai ele diz, pra gente (amigos) - no primeiro fora, foi apenas uma nominata consultiva, agora que pensou melhor ( diga-se de passagem e com muita lobbe) pode ser uma escolha definitiva, num é? Homens também sofrem! Mas, o bacana, que como Lui Luf, são brasileitos e não desistem nunca.
Sumayra há de concordar com a Mafalda, é preciso ter muito fé no futuro e na humanidade.
Em clima de tensão, alguns poderes legislativos municipais ,fecham 2009.
No fim de setembro, o Plenário da Câmara Federal, aprovou as PECs 336/09 e 379/09, uma Proposta de Emenda Constitucional que aumenta em cerca de 7 mil o número de vagas nas câmaras de vereadores em todo o país. A matéria teve 380 votos favoráveis e 29 contra, com 2 abstenções. O texto aprovado distribui os vereadores em 24 faixas, de acordo com a população dos municípios. As cidades com até 15 mil pessoas terão nove vereadores. O número máximo de 55 vereadores será permitido para municípios com mais de 8 milhões de habitantes (apenas São Paulo se enquadra neste limite).
A Emenda Constitucional ainda reduz os percentuais máximos da receita municipal que podem ser gastos com as câmaras municipais. Será uma economia de cerca de 1,5 bilhões em todo o país por ano.
Os percentuais seguem o parâmetro previsto atualmente na Constituição, que usa a população como referência. Em vez dos 5%, 6%, 7% e 8% da receita, os municípios são divididos em seis novos percentuais.
Em quatro casos (veja abaixo), a redução é de um ponto percentual em relação ao que existe atualmente; mas, para municípios entre 500 mil e 3 milhões de habitantes, a perda é de meio ponto percentual. Municípios com mais de oito milhões de pessoas (atualmente apenas São Paulo) tiveram redução de 1,5% da receita para gastos com o legislativo municipal.
Municípios com 100.001 a 300 mil habitantes: Percentual de receita destinada ao Legislativo passa de 7% para 6%. Cidades atingidas pela mudança: 174.
Municípios com 300.001 a 500 mil habitantes: Podiam gastar 6% da receita com os vereadores. Agora, o percentual baixará para 5%. Cidades atingidas pela mudança: 42.
Municípios com 500 mil e um a 3 milhões de habitantes: receita destinada ao Legislativo passa de 5% a 4,5%. Cidades atingidas pela mudança: 34.
Municípios de 3 milhões a 8 milhões de habitantes: redução de 5% para 4% na receita destinada aos vereadores. Cidades atingidas pela mudança: 1.
Municípios com mais de 8 milhões de habitantes: redução de 5% para 3,5%. Cidades atingidas pela mudança: 1.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O Presidente Lula foi escolhido pelo jornal britânico Financial Times como uma das 50 personalidades que moldaram a última década
"Charme e habilidade política sem dúvida contribuem (para sua popularidade), assim como a baixa inflação e programas de transferência de renda baratos, mas eficientes", diz o jornal.
"Muitos, inclusive o FMI, esperam que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo até 2020, trazendo uma mudança duradoura na ordem mundial."
Vilões
Ainda no campo da política, o FT também destaca como as personalidades mais influentes da década o presidente do Irã, Mahmoud Ahamadinejad; o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama; a chanceler alemã Angela Merkel; o ex-presidente e atual primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin; e o presidente da China, Hu Jintao.
O jornal selecionou também o que chamou de "alguns vilões" que acabaram por determinar o curso da história destes últimos dez anos, como o líder da rede Al-Qaeda, Osama Bin Laden, e o ex-presidente americano George W. Bush.
A lista do FT também inclui personalidades das áreas de negócios, economia e cultura. Muitas delas refletem o crescimento e o fortalecimento da internet e das novas tecnologias, como os empresários Jeff Bezos, da loja virtual Amazon; Meg Whitman, do eBay; Larry Page e Sergey Brin, do Google; Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams, do Twitter; Mark Zuckerberg, do Facebook; e Steve Jobs, da Apple.
Outras figuras foram eleitas pelo jornal britânico pelo mérito pessoal de terem se tornado ícones mundiais em suas áreas, como a escritora JK Rowling, autora dos livros do personagem Harry Potter; o jogador de golfe Tiger Woods; a apresentadora americana Oprah Winfrey; o diretor japonês de desenhos animados Hayao Miyazaki; o produtor de TV John De Mol, criador da fórmula do Big Brother; e os astros da música Beyoncé e Jay-Z.
"Listas como estas são subjetivas e, de certa maneira, arbitrárias, mas tentamos capturar indivíduos que tiveram um grande impacto no mundo ou em sua região - para o bem ou para o mal", explicou o jornal.
Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/12/presidente-lula-e-escolhido-pelo-jornal.html
Visões
Estava lá a filosofar sobre, política, astronauta de mármore, rivotril, copa do mundo, olimpíadas e outras amenidades, debaixo de uma típica chuva de fim de ano, numa típica calçada mineira e ao som de um ensurdecedor Jazz.
Com a trégua da chuva ela e seu amigo Tico, fizeram logo o movimento de subir os plásticos antidemocráticos que fecham calçadas públicas e nos protegem de ventos molhados (mimos capitalistas). Estava bem a acalmar seu coração com as palavras doces de seu amigo, quando ela teve aquela visão - sua dita “relação” passou no seu carro, mascando um chiclete com a boca aberta e com cara de to na farra, pra não dizer outra coisa.
Tadinha da Malfada, não precisava dormir com essa visão. E por essas e outras que ela anda dizendo que Deus é capitalista e que nem sempre os plásticos antidemocráticos precisam ser retirados por clientes afobados.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Mafalda nos 30, não entende mais nada!
domingo, 27 de dezembro de 2009
Conversa de amigos por mensagem de celular
Maria Avessa: Então também não irei! Me ligue mais tarde.
Ludovico: Ok! Penso que será possível, sinto falta de conversar com você. Beijos.
Maria Avessa: Também sinto falta de conversar com você. Me dê um toque quando puder...
Ludovico: Sim, o farei, até mais tarde.
Maria Avessa: Atenta e no aguardo, mas num deixe ficar muito tarde, que tal no fim de tarde?
Horas depois de muita chuva:
Maria Avessa: Nem sempre depois da tempestade vem a Brahma e o papo dos amigos.
Borboleta em 2010
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
HERÓI MODERNO, HERÓI ORGÂNICO*
HERÓI MODERNO, HERÓI ORGÂNICO
CONCLUSÃO
* Sumayra de Oliveira
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BUONICORE, Augusto César. Marxismo, História e Revolução Brasileira: Encontros e Desencontros. São Paulo: Anita Garibaldi, 2009.
DURKHEIM, Emile. Divisão Social do Trabalho. São Paulo: Nova Cultura, 1978.
FILHO, Nelson Nascimento. O homem comum e a percepção do herói na sociedade contemporânea. Inrevista: ano 1, nª 2, 2 Ed. 2006.
GRAMSCI, Antonio. Gramsci – Poder, Política e Partido. São Paulo: Expressão Popular, editora, 2005.
http://74.125.155.132/scholar?q=cache:wqYMEjTdYNoJ:scholar.google.com/+perda+de+for%C3%A7a+dos+movimentos+sociais&hl=pt-BR&as_sdt=2000 ‹Acesso em 3 de set de 2008›
TOURAINE, A. (1983a), "Triumph or downfall of civil society?". Humanities inReview, 1: 218-234
__________. (1983b), Anti-nuclear protest: the opposition to nuclear energy in France. Cambridge, Cambridge University Press
__________. (1992a), "Beyond social movements". Theory, Culture, and Society, 9: 125-145
__________. (1992b), Critique de la modernité. Paris, Fayad.
__________. (1994), Qu'est-ce que la democratie? Paris, Fayad.
sábado, 19 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Índios escritores resgatam sua história
Aos 45 anos de idade e 13 de escritor, Daniel lança O Karaíba, uma história do pré-Brasil (Editora Manole, 98 págs., R$ 39), romance destinado ao público juvenil. É mais um livro para ler com o coração, conselho válido para todas as lendas buscadas nas profundezas dos séculos anteriores à chegada dos portugueses à Bahia.
Essa é uma história de ficção", alerta Daniel, com a ressalva de que, se não ocorreu de verdade, é uma história que poderia ter acontecido. Karaíba foi um profeta que percorria as aldeias prevendo coisas assustadoras, como a chegada de um grande monstro que destruiria tudo. "Não sobrarão nem vestígios de nossa passagem sobre esta terra onde nossos pais viveram", anunciou o velho sábio a seus parentes que habitavam a Amazônia.
"Tudo será revirado: as águas, a terra, os animais, as plantas, os lugares sagrados", era essa a visão de Karaíba que os índios confirmariam no futuro, quando um jovem se assustou com um ponto branco se aproximando da praia. "Fantasmas estão chegando!", gritou aos guerreiros da aldeia.
O que aconteceu daí em diante, a história contada pelos não índios, os manuais ensinam nas escolas. Nas páginas desse seu pequeno romance, Daniel resgata um pouco da cultura e da tradição dos Munduruku, que se espalham hoje com uma população de 12 mil índios pelos Estados de Mato Grosso, Amazonas e Pará.
Foi numa aldeia da região de Santarém (PA), entre os igarapés afluentes do Rio Tapajós, que Daniel viveu até os 15 anos. Quando o pai foi morar na cidade, continuou a visitar seu povo, como conta em outro livro, Meu Vô Apolinário (Studio Nobel), que ele define como "um mergulho no rio de (minha) memória". Casado com uma moça do Vale do Paraíba e pai de dois filhos, Daniel formou-se em Filosofia na Universidade Salesiana de Lorena e faz doutorado em Educação na USP, enquanto escreve e dá palestras pelo Brasil afora.
Cultura para crianças
A tradição e a cultura indígena também são compartilhadas com as crianças nas escolas. "Xibat?", pergunta o índio escritor-professor a uma turma de alunos da Escola Lourenço Castanho, no bairro do Ibirapuera, em São Paulo, na manhã de uma sexta-feira de novembro. Os meninos e meninas, de 8 a 10 anos, que no início do encontro tinham ouvido de Daniel uma saudação em língua indígena, logo traduzida para o português, não entenderam nada. Todos sorriam, esperando a tradução de mais essa palavra.
"Tudo bem? Tudo legal? Tudo joia? Tudo porreta?", traduziu o índio, despejando uma enxurrada de gírias para quebrar o gelo. Depois contou que, na aldeia, ninguém se cumprimenta com beijos e abraços, mas só com uma saudação simples como xibat, olhando nos olhos, porque, como dizem os ancestrais, "o olho é a única parte do corpo que não mente". Explicou que Munduruku quer dizer Formiga Guerreira ou Gigante, um nome que, com um significado desse, só pode dar orgulho a seu povo. A criançada prestou a maior atenção.
"Meu povo, que vive na floresta há séculos, entrou em contato com os não índios há uns 300 anos. Aprendeu a usar roupa quando lhe disseram que era pecado andar pelado, balançando os balangandãs. Aprendeu a comer alimentos, como o macarrão, que não faziam parte de sua tradição. Os índios comiam mandioca, anta, farinha, peixe. Os índios, que falavam sua língua tradicional, tiveram de aprender o português. Os povos indígenas, que falam 180 línguas nas diversas regiões do País, agora são bilíngues."
Não havia como não prestar atenção. O horário reservado para a palestra estourou, porque Daniel cativou os alunos. Fez provocações engraçadas, riu, gritou alto de assustar até os adultos, cantou, ensaiou passos de dança, pintou a cara com tinta de jenipapo e de urucum, pôs um cocar de chefe na cabeça e um colar de festa no pescoço. Assumiu a identidade da aldeia ao relembrar a cultura dos ancestrais, mas deixou claro que fazia concessões à modernidade. Para divulgar a história dos índios e defender seus direitos, tem um blog na internet e se comunica por e-mail e por telefone celular.
"O povo indígena é um povo humano, que tem raiva, alegria, amor e ciúme", disse Daniel, citando sentimentos que acompanham seus personagens. Ao descrever as aventuras de seus parentes - com namoros, casamentos, caçadas, guerras e alianças de paz - ele utiliza palavras atuais, como garoto, rapaz e moça. Tudo com poesia e figuras simbólicas, mas sem aquela linguagem tipo "virgem dos lábios de mel" com que José de Alencar se referia a Iracema.
Derpó Munduruku, que hoje se orgulha desse nome, mesmo atendendo pelo registro civil que o rebatizou como Daniel, confessa que já sentiu vergonha de suas origens, quando era discriminado por causa da imagem que o índio tinha. "Além de considerar que o índio era preguiçoso e feio, diziam que ele atrapalha o progresso, pois tem muita terra e não sabe o que fazer com ela."
Daniel queria ser bombeiro ou astronauta, não queria ser visto como um selvagem. "Agora, tenho consciência de minha identidade e gosto dela: sou um brasileiro-índio." E, quando ele lembrou que existem brasileiros brancos, negros, japoneses, italianos e cidadãos de muitas outras ascendências que nem por isso são menos brasileiros, todos entenderam. "Xibat?", perguntou o índio. "Xibat", respondeu a criançada em coro.
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=11&id_noticia=121232
Artigo Teoria Política Moderna / Cinema
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Blog do Miro: Estupro da Folha é outro tiro no pé
DIÁLOGOS ENTRE A SOCIOLOGIA POSITIVISTA E O FILME ADMIRÁVEL MUNDO NOVO*
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Pesquisa SINPRO MINAS
Informe do 12ª Congresso do PCdoB e Conjuntura Nacional
Pesquisa SIMPRO Minas
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Sabe aquela máxima: Aqui se faz aqui se paga....
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Melhor Ato Político que já participei!
Sobre as críticas acerca da revisão do tratado de Itaipu, Lula lembrou que houve quem dissesse que o presidente não iria entrar em briga com o Paraguai por ser “frouxo”. “Como é que um país do tamanho e com as riquezas do Brasil vai brigar com o Paraguai? Preferi construir um acordo que vai dar chance de o Paraguai se desenvolver”. Sob o olhar atento da militância comunista, Lula falou também sobre o papel do Brasil na região e as dificuldades de construir a Unasul. “O Brasil não pode se comportar como se tivesse a hegemonia. Tem que ser como um companheiro mais velho, contemporizar”. E divertiu-se ao dizer que propôs a criação dos Conselhos de Defesa e de Combate ao Narcotráfico na Unasul, para poder dizer: “Obama, não precisamos de bases militares. Vamos cuidar nós mesmos do combate ao narcotráfico e você vá cuidar dos consumidores”. Manipulação da informação Embora não tenha feito questionamentos diretos a veículos de comunicação, o presidente por várias vezes mencionou o fato de as informações importantes sobre o país não chegarem à população. E chegou a dizer que, se dependesse de alguns meios de comunicação, ninguém saberia de nada. O presidente citou manchetes de jornais. “Uma delas, dizia: contra Lula, o PSDB treina cabos eleitorais no Nordeste. Ou seja, é um pouco o que os alemães faziam com os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”, comparou o presidente. Ele mencionou ainda uma matéria cujo título se referia à uma cobrança da ONU à meta brasileira de emissão de gases. “A ONU não tem condições de cobrar um milésimo do Brasil”, respondeu. De São Paulo, Joana Rozowykwiat Foto: Maurício Moraes