Os aliados se tornaram alvos de ataques e a oposição de camarote
assistindo o “bate cabeça” da situação em Uberaba.
No mês que o Partido Comunista do Brasil
completa 90 anos, sendo a organização política de vida mais longa de toda a
história do país, onde estivemos presente nos principais acontecimentos
políticos e muitas vezes com sacrifícios de vidas humanas em defesa da
democracia, assistimos abismados à condução fechada e sem sustentação política
do processo eleitoral em Uberaba. Os aliados se tornaram alvos de ataques. A
oposição de camarote assistindo o “bate cabeça” da situação.
Na semana passada, quando me referi ao
Diretório municipal do PMDB de Uberaba, em minha página social, abro um
parêntese, partido que tenho profundo respeito pela sua história de luta em
defesa do Brasil, fecho parêntese, foi para chamar ao juízo à direção
partidária. E me dou a esse direito sim, enquanto cidadã e militante ativa em
defesa da cidade de Uberaba. Passei minha juventude lutando por um município
mais cultural e com espaço de participação para todos.
Apreendi no PCdoB que não existe causa
individual, frente ao coletivo. A posição do Wadson Ribeiro no cenário
eleitoral é uma causa coletiva, mas não determinante no campo de aliança em
Uberaba, como uma fonte do PMDB afirmou para a jornalista Giselda Campos essa
semana.
O decisivo para definirmos nosso campo de
aliança, é um processo de continuidade com responsabilidade, que provoque
maiores avanços científicos e tecnológicos de gestão - o que estamos chamando
do terceiro salto de desenvolvimento para Uberaba.
É com densa tristeza que vejo os atropelos
seguidos de atos de desespero no processo eleitoral de 2012, ao ponto de fontes
do diretório do PMDB incitar para a jornalista Giselda Campos, denúncias não
comprovadas do Ministério dos Esportes, no objetivo de desqualificar o PCdoB
quem vem sim, incidindo no Processo eleitoral de 2012.
Afirmo que vamos continuar avaliando
politicamente os passos dos nossos aliados, lutamos muito pela democracia e
liberdade. Não há donos de verdades nem dá coisa pública. E não vamos perder o
“bonde” da história.
