Estou a debulhar trigos de individualidade, no sentido contrário a liberdade
Essa que me acompanha pela minha honra e ética
Estou em mim implorando pessoalidade
A quem em me determine seu alvedrio e me castre a respiração, o coração e minha determinação em brasa e cinza.
O que adianta ética, honra e essa LIBERDADE?
Qual tanto arrestou?
Estou a carpir sozinha em copo de La Mota.
Será que é verdade?
Amor não é para libertarias, defensoras de coisa e tal
È isso!
Não vêem acompanhados de amor
Como moda, ninguém sabe bem o que é.
O que adianta ética, honra, liberdade e poema?
Estou a ser mais uma abaixo de Machado.
E como Camille águem para meu espaço e tempo, e a além do meu espaço e tempo
Os idiotas se perdem em definição
Morram!
Não desisto
da ética
da honra
da liberdade
do poema e do amor.
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