domingo, 3 de junho de 2012

O Purismo e a desqualificação de Programas e Projetos para Uberaba


Ataques, agressões e discussões nominalistas. Esse é o clima nas redes sociais e nas rodas de conversas sobre política em Uberaba. Um purismo cheio de várias intenções, regendo o debate aquela velha máxima - “Esse é bom porque é de esquerda, e esse é mal porque é de direita” - Mas, Uberaba? E os projetos, os programas? Não discuto nomes! E não me chamem para purismos disfarçados de interesses individuais.

Quando entrei no movimento estudantil pela UJS, nós combatíamos o governo Fernando Henrique. E tinha uma turma que defendia que só podia combater o governo Fernando Henrique quem fosse de esquerda, quem fosse puro. Nós, sempre dissemos o contrário.

Havia muitos aliados que tinham objetivos em comum e que não eram de esquerda. Lembro do programa Creduc, no qual a maior parte da militância de esquerda via a privatização da educação superior, mas foi embrião do ProUni, lançado no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Mantenho intacto os sonhos que me fizeram assinar a ficha de filiação à UJS. O meu sonho era acabar com a injustiça. A nossa caminhada é mais longa do que governos que têm tempo para acabar. Por isso, apesar de combater o governo Fernando Henrique, não fui contra o Creduc, porque beneficiava jovens que precisavam trabalhar e estudar.

O debate eleitoral deve ser entorno do melhor Projeto para Uberaba. Não enfrentarmos adversários, realizamos sonhos. O Sonho de uma cidade cada vez melhor, e nesse rumo, não há purismos de direita ou esquerda, e sim o que vamos fazer para que a cidade seja a única vencedora nestas eleições.



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