segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Bem que Uberaba podia entrar nessa


Ministério do Turismo criou três comissões para acelerar o processo de análise de projeto de trens turísticos e culturais no País. Os grupos vão tratar das questões relacionadas à destinação do patrimônio da extinta Rede Ferroviária Federal S.A (RFFSA) e à operação dos trechos ferroviários. A decisão foi tomada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Turismo Ferroviário durante reunião, em Brasília dia 17 de janeiro.

Saiba mais sobre turismo ferroviário: http://www.brasil.gov.br/navegue_por/mapas/mapas/

 No que se refere à operação, serão tratadas questões como regulamentação dos serviços, incentivos, composição de tarifas, investimentos públicos e privados, entre outros. O GT busca também meios de facilitar o repasse, por meio de instrumentos legais, do patrimônio móvel e imóvel da RFFSA, tais como vagões, locomotivas, móveis, estações ferroviárias, entre outros.

A próxima reunião do GT, ainda sem data definida, será realizada no Rio de Janeiro, onde opera um dos trens turísticos de maior movimentação de passageiros do Brasil. O Trem do Corcovado (concessão federal) transporta quase 300 pessoas por hora e vai ampliar sua capacidade para 615 passageiros por hora com investimentos de R$ 64 milhões.

GT de Turismo Ferroviário

O GT de Turismo Ferroviário tem sob análise, no momento, cerca de 50 projetos de prefeituras e entidades privadas sem fins lucrativos. Número que poderá ser ampliado, segundo o Ministério do Turismo, à medida que os projetos em carteira forem sendo implantados.

O grupo tem como atribuição desenvolver uma política de fomento do turismo ferroviário no País nos segmentos de trens turísticos e culturais. A finalidade é recuperar, requalificar e preservar trechos o patrimônio ferroviário.

Integram o GT, representantes do Ministério dos Transportes, da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e inventariança da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de representantes de entidades de classes do setor.

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