quinta-feira, 22 de julho de 2010

Com esperança ardida

Ando com uma esperança que chega a doer no peito. Uma dor ardida que nem o tile de pimenta malagueta do Restaurante da Dona Lucinha em Beagá.Com esperança que tudo vai melhorar.

O Brasil será governado por uma mulher de essência mineira, gaúcha, paulista e brasileira. A reforma do código florestal não é de todo ruim, o Lula ficará por perto pra ajudar, as notas do meu filho irão melhorar, o Galo vai se dar bem no brasileirão, minhas amigas realizarão seus sonhos, as pessoas se convencerão que valores humanos é melhor que valores capitais.

E a solidariedade passará a existir de verdade e o mundo será mais justo. Vou sonhando, não sonho de gente dormindo, sonho de gente acordada que me faz ter motivos para acreditar nas pessoas, que tem um monte de gente bacana, honesta, verdadeira que se unem as outras porque conseguem ver qualidades antes de apontar defeitos.

Que o efeito estufa vai diminuir, Barack Obama não declarará guerra ambiental, as pessoas deixarão de jogar lixos nas ruas, as mulheres não sofrerão mais agressões físicas nem psicológicas, nem crianças e idosos, o preconceito vai diminuir e a tolerância entres os povos será unidade internacional.

Sumayra acredita no amor mesmo quando ele brinca pregar peças sem graças e de pique-esconde.

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