domingo, 17 de janeiro de 2010

... 14,15,16 – Água, sol, saudade e poesia.



Rancho com a família no fim de semana, pode dar em muitas coisas, o meu deu em poesias, algumas serão aqui publicadas outras ficaram lá na gaveta fechada:



A ponte

De um lado Minas do outro São Paulo

De um lado minha paz do outro a edificação de tijolos

De um lado árvores do outro intrusas

De um lado paisagem do outro presença

De um lado você do outro eu. E no meio, o Rio Grande.


Não faço parte

Um sentimento evasivo me toma – Não faço parte.

Uma terrível sensação de não gostar de nada que me cerca.

Uma moral católica me ensina e impõe algo temeroso, contra o dito sentimento abominável.
Penso: abominável pra quem? Para aqueles que querem manter o positivismo – Ordem e Progresso!

O que quero muito mais do que o meu querer é aquele condenável a Deus, que parece não muito querer.
Sinto uma imensa vontade de estar, falar, sentir, tocar e saber por que quero esse tanto não querer.



Haikai (1)
Voa passarinho
Vai mostar o meu carinho
Para quem está do outro lado do seu ninho

Haikai (2)
Tanto quero
Um tanto de você
Que chega um tanto doer
O querer tanto você



Aqui é só alegria

O Luan chegou, viu, olhou e não gostou.

Mas sua revolta aumentou quando na placa finalizou; Aqui é só alegria.

Perguntou: Posso mudar por exclamação ou interrogação? E Logo recebeu uma ponderação

Sinto falta dos jogos de ação! Mas, entrevou para as turvas águas de onde tirou fotos, peixes e salvou ratos voadores.

Sua alegria é aqui, mas é lá também do alto do Cuiabá, de onde tudo começou a inventar.


(Falta Foto de trás)

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